Avisos do Vesúvio

17/02/2010

O quase famoso Frank está escrevendo

 

 


Bom, agora chegou a hora de o garoto Frank escrever alguma coisa. Garoto não, ele já é um homem feito, vivido, experiente. Qualquer morador desse país, em algum dia, de alguma forma, leu uma linha escrita pelo popular Frank.

O popular Frank é quase famoso, quase conhecido. Alguns o leram, mas não sabem que o leram. Outros o leram, sabem que o leram, mas não dão a menor importância. Outros há que o leram, sabem que o leram, mas não gostaram da experiência. E há, por fim, os que não o leram, não o lerão e têm raiva de quem o lê. Quanto a esses últimos, é difícil explicar tanta ojeriza: uns dizem que é a inveja do sucesso, outros, como uma famosa psicóloga, afirmam que é o medo do novo, do desconhecido.

É mesmo difícil lidar com os textos do quase famoso Frank. Aliás, nem ele mesmo sabe, como confessou numa recente entrevista a um jornal de bairro: “Eu não sei como escrevo. As palavras vêm de um lugar desconhecido, ao qual nem sempre tenho acesso”.

Uma declaração tão fantástica como essa só poderia vir de um ser tão iluminado como o escritor Frank – diga-se de passagem, um rótulo com o qual ele diz ter muita dificuldade para se acostumar. Até porque o incrível Frank costuma dizer que rotularia de descabido qualquer rótulo com que alguém o rotulasse.

Pois assim é, amigos: neste instante é exatamente a hora em que o poderoso Frank, autor quase famoso, está escrevendo mais um incrível texto. Ninguém sabe onde ele faz isso, se numa choupana nos Alpes, num parque em Nova York ou num iate na Polinésia. Mas ele escreve, escreve muito.

Ele escreve e se diverte, enquanto nós aqui, que não sabemos escrever, esperamos ansiosos por uma mais uma linda pérola de sentimento e saber.

 


Escrito por Frank de Oliveira às 15h39
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